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Um casal provocou a maior confusão no shopping Iguatemi, em Campinas (SP), na noite desta segunda-feira, 20.

Uma criança de apenas 7 dias, isso mesmo, 7 dias, teria sido roubada do próprio carrinho.

Desesperada, a mãe acusava uma pessoa de ter roubado a criança acionou os seguranças do shopping e a Polícia Militar para ajudarem nas buscas.

Curiosamente, após 50 minutos, uma prima que acompanhava a mãe da criança resolveu olhar novamente o carrinho e encontrou a criança.

A família se desculpou pela confusão e foram para casa. Veja o vídeo.

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Nascido três meses e meio prematuro, bebê Ward Miles não teve o início mais fácil na vida, mas graças ao amor de seus pais e dedicação interminável de médicos e enfermeiros, o pequeno lutador conseguiu. Seu pai, Benjamin Miller que é um fotógrafo que trabalha sob o nome de Benjamin Scot , capturou primeiro ano de seu filho em um pequeno filme em movimento. O vídeo começa com nova mãe Lyndsey cautelosamente pegar seu filho, que pesa menos de  1 kg e 500 g, com 15 semanas de vida no Hospital Infantil Nationwide, em Columbus, Ohio. Com a ajuda das enfermeiras fios e equipamentos médicos móveis, Lyndsey facilita em uma cadeira e prende seu filho pequeno ao peito.  Ela sorri para a câmera e, em seguida, a nova mãe torna-se oprimido pelo momento e explode em lágrimas.

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Mulher sofreu derrame durante o trabalho no Caism, na Unicamp, em julho.
Gestante ficou dois meses internada até médicos realizarem o parto.
Grávida de cinco meses, a enfermeira Aline Piton, de 32 anos, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico enquanto trabalhava no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em Campinas (SP), e entrou em coma. Caso raro na medicina, ela deu à luz ao menino Guilherme após dois meses internada. O bebê já tem um mês de vida e a mãe ainda permanece em tratamento, mas sem ter recuperado a consciência.
“Em todo instante eu penso que quero ver minha esposa abrançando nosso filho. No dia a dia, esse desejo é maior que tudo”, afirma o marido e pai da criança, Daniel Piton. Representante comercial, ele conseguiu a licença maternidade para cuidar do filho durante os primeiros meses de vida.
Segundo ele, a mulher mantinha hábitos saudáveis e estava de plantão no dia 21 de julho quando sofreu o AVC hemorrágico, motivado pela combinação de uma má formação arterovenosa que ela desconhecia e a brusca mudança de hormônios desencadeada pela gravidez. “Ela foi atendida de imediato, tudo aconteceu para salvar a vida dela. Ela estava do lado da sala de UTI e os médicos e enfermeiros amigos dela que a socorreram”, conta Piton.
A decisão dos médicos foi a manutenção da gravidez e, após dois meses em coma, Guilherme nasceu. “No 7º mês, já estava propício para ele nascer sem correr riscos”, conta o pai. Aline permanece internada em coma e Piton tem no filho o estímulo para não perder as esperanças. “Eu estou cuidando dele e ele está servindo de estímulo para todo mundo. Não tem como chegar perto dele e não abrir um sorriso”, conta o pai.
“O sonho maior dela era ser mãe”, relembra a irmã de Daniel Piton, Niceli Marini. Segundo ela, o irmão não mede esforços para que Aline acorde e fique junto do filho. “Tudo que ele acha que pode ajudá-la a recobrar a consciência, ele faz. A gente fala que cada dia a mais é um dia a menos para ela retornar”, afirma ela.
A tia de Guilherme se diz orgulhosa do irmão que dá toda atenção necessária ao filho. “Hoje em dia, qual pai, qual marido faz o que ele está fazendo? De repente, você vê alguém que acabou de casar, passa por esse problema todo e está com a esposa”, diz Niceli.
Rápido socorro
O médico neurocirurgião da Unicamp Enrico Ghizoni afirma que é fundamental que o paciente com AVC seja atendido rapidamente. “Assim é possível identificar que tipo de AVC ele está sofrendo e tomar as medidas necessárias”. Durante o Dia Mundial do AVC, comemorado nesta terça-feira (29), várias ações são realizadas para concientizar a população sobre prevenção e cuidados em caso de derrame.
Ele explica que é importante procurar o pronto-socorro ao sentir dormência no braço, fraqueza em um lado do corpo e uma dor de cabeça súbita. “O paciente que tem dor de cabeça, percebe que é diferente porque é uma dor súbita e em explosão”, explica o médico.
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cats46

toque e o cheiro da mãe são poderosos. Isso ficou provado depois que uma mãe australiana contou como o toque trouxe seu bebê de volta à vida. Segundo noticiou o jornal britanico Daily Mail, os médicos falaram que o pequeno Jamie Ogg não tinha nenhuma chance de sobrevivência quando ele nasceu prematuro de 27 semanas, pesando apenas 900 gramas. Enquanto sua irmã gêmea, Emily, conseguiu sobreviver, Jamie lutou por vinte minutos, mas foi declarado morto pelos médicos.

Os profissionais o entregaram à mãe Kate para que ela e o pai, David, dissessem adeus ao filho. Quando recebeu a notícia que seu filho não tinha sobrevivido, Kate desenrolou Jamie do cobertor, colocou perto de seu peito e começou a falar com ele. “Ele estava muito mole. Seus pequenos braços e pernas estavam apenas caindo fora de seu corpo. Dissemos a ele qual era seu nome e que tinha uma irmã”, contou. Depois de duas horas de conversa, tocá-lo e acariciá-lo, o bebê demonstrou sinais de vida. Foi aí então que Kate colocou um pouco de leite materno no dedo e deu a ele. Um milagre aconteceu. O bebê começou a respirar. O contato “pele-a-pele” no seu caso foi vital para salvar seu filho doente.

O método conhecido por ‘mãe canguru’, que também é aplicado em hospitais brasileiros, faz com que as mães se tornem incubadoras humanas, mantendo o bebê aquecido. Sabe-se que os bebês de baixo peso que são tratados desta maneira possuem menores taxas de infecção, padrões de sono melhor e menor risco de hipotermia. Porém, casos como o de Kate desafiam a ciência e continuam a dar razões para acreditar que milagres existem. E ele se chama amor.