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O ilusionista romeno Cristian Gog, de 31 anos, é dono de alguns talentos. Entre eles, estaria o dom de ler mentes. Verdade ou papo furado, o homem acaba de ganhar o prêmio de 100 mil libras (o equivalente a 300 mil reais) em um programa de TV muito popular no país, uma espécie de show de talentos.
Com sensores de frequência cardíaca pregados no peito e o acompanhamento de dois médicos, Cristian chegou ao palco prometendo arriscar tudo o que tinha – tipo a própria vida – para sair de lá vencedor.

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De acordo com os sensores e com os médicos, Cristian conseguiu fazer o próprio coração parar de bater por alguns instantes no palco usando alguma técnica misteriosa. Se o coração dele não parou de verdade durante a apresentação, certamente deu uma paradinha ao colocar as mãos em tanta grana.

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Uma sul-coreana, supostamente apresentadora de um canal de TV, se submeteu a uma cirurgia plástica na mandíbula para ficar com o rosto em formato de coração, com o queixo mais fino, que é muito desejado pelas mulheres no Leste Asiático. O resultado circula na internet e foi muito criticado em um fórum virtual. Os dados são do jornal Daily Mail.

Entre as reclamações online estão “alguém, por favor, me diga que isso foi Photoshop”, “parece que ela vai arar um campo com o queixo” e “ela realmente não sabe o que é a verdadeira beleza”. A cirurgia de mandíbula é considerada de risco porque realinha e raspa partes do osso para criar o “V”. Geralmente, é usada como recurso para corrigir deformidades faciais, quando a pessoa não é capaz de mastigar corretamente.

A Coreia do Sul é o país número um em cirurgias plásticas, principalmente entre os jovens com desejo de se parecerem ocidentais. Uma em cada cinco mulheres de Seul já foi submetida a algum tipo de procedimento e os mais populares são cirurgia das pálpebras (que deixa os olhos maiores), lipoaspiração (que usa ondas sonoras de alta frequência para eliminar a gordura) e mudanças no nariz.

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A associação de prevenção da crueldade contra animais acredita que o cão foi um presente de natal rejeitado.

Um cachorro abandonado com bilhete de cortar o coração: “Por favor cuide de mim já que meu dono não me quer, eu vou fazer o possível para te fazer feliz. Meu nome é Snoopi.”

Snoopi, que é uma mistura de Spaniel com Pointer, foi encontrado dentro de uma caixinha de transporte numa moita na beira de uma estrada em Norfolk, na Inglaterra.

Por sorte, uma pessoa o encontrou antes que ele morresse de fome ou frio. Agora ele está sob os cuidados da RSPCA, uma associação que luta pela prevenção da crueldade contra animais.

O inspetor da RSPCA, Jon Knight, acredita que o Snoopi foi um presente de natal rejeitado. Porque ele foi abandonado com produtos novos: cama, comida, ursinho de pelúcia e kit de treinamento canino.

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O fotógrafo Ivan Velinov, que participa do projeto “Retratos de Boston”, busca capturar momentos únicos, expressões, sentimentos, de pessoas pela rua.

Certo dia o fotógrafo estava caminhando pela cidade a fim de capturar algo para seu projeto, só que algo inesperado aconteceu e o mudou pelo resto de sua vida, o morador de rua foi até ele para conversar e a conversa foi tão impactante que o fotógrafo decidiu que a foto só estaria completa se compartilhasse a história junto com a foto.

Morador – “Ei, cara, tire uma foto de mim!”

Ivan – “Não posso, está muito escuro.”

“É verdade, precisamos de mais luz. Vamos pra cá.”

“Você é morador de rua?”

“Sim, eu sou.”

“Há quanto tempo você mora na rua?”

“15 anos. Estou em Boston há 8 meses. Antes disso já estive em Washington, Nova Iorque, Virginia, Philadelphia, Louisiania, Florida,…”

“Por que não ficou na Flórida? Lá é muito mais quente.”

“Eu queria ver minha família, mas eles não quiseram me ver. Eles não entendem a depressão. Eles me tratam como lixo. Moradores de rua me tratam melhor que minha família.”

“E o que aconteceu há 15 anos? Como você foi parar nas ruas?”

“Eu tentei me incendiar duas vezes. Eu fiz 30 cirurgias. Eu morri duas vezes, mas Deus me trouxe de volta. Eu não sei porque.”

“E por que você fez isso?”

“Eu estava deprimido. Por que você está chorando?”

“Porque você é uma bela pessoa, e minha família é realmente problemática, e eu estava muito deprimido. Eu acho que consigo te entender.”

“Sim, eu sou uma boa pessoa. Quando você for tirar fotos das pessoas, não as desrespeitem.”

“Não, cara, eu não vou, eu gosto das pessoas, é por isso que tiro fotos delas.”

“E quando você fizer um portfólio, não denigra a imagem das pessoas, deixem as fotos falarem por elas.”

“Eu deixarei. Você está seguro nas ruas?”

“Sim, eu estou… e agora eu tenho 8 dólares pra comprar comida…”

“Isso é tudo que eu tenho. Na próxima vez que eu te ver, eu darei mais.”

“Não, cara, nem tudo é dinheiro, dê-me um abraço. E na próxima vez que me ver, dê-me mais um abraço. E obrigado por tirar minha foto.”

Desde então Ivan mudou seu projeto e começou a conversar com as pessoas que ele tira a foto, e seu trabalho tornou-se um dos melhores que já vi na internet.

O bombeiro checo Jakub Halik, que sobreviveu 194 dias sem coração, substituído por duas bombas cardíacas, morreu no último domingo após passar por complicações hepática e renal, informou nesta quarta-feira o Instituto de Medicina Clínica e Experimental de Praga.

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“O senhor Halik se encontrava na lista de espera para receber um transplante, fizemos tudo o que era possível para que a operação tivesse ocorrido. Mas, infelizmente, ele não chegou a ter um novo coração”, assinalou em comunicado Jan Pirk, chefe do Departamento Cardíaco do hospital.
Pirk explicou que o estado de saúde de Halik tinha piorado muito nos últimos dias e seus rins e fígado já estavam comprometidos. “Seu corpo não foi capaz de superar esta carga”, lamentou.
O cardiologista, que adquiriu grande notoriedade devido à operação – a implantação de duas bombas Heartmate II para bombear o sangue, uma aos pulmões e a outra ao resto do corpo -, reconheceu desconhecer a causa da morte do paciente, de 37 anos.
“Vamos divulgar a causa exata em duas semanas, após os exames histológicos, mas já podemos dizer, com segurança, que não foi uma avaria das bombas cardíacas”, anunciou.
Depois de ficar comprovado que não tinha metástases e que não possuía sequelas do sarcoma espinocelular que comprometeu seu coração, Halik entrou na lista de espera para receber um transplante de coração no final de agosto.
Desta forma, o paciente dava continuidade ao seu longo processo de recuperação, que foi iniciado ainda no dia 3 de abril, quando Halik teve seu coração retirado.
Durante esses meses e meio, o bombeiro checo foi o primeiro homem do mundo a sobreviver a este tipo de cirurgia, que já tinha sido tentada sem sucesso com um paciente americano.

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ohn Deering se submeteu a um experimento, sendo voluntário, no qual teria seus batimentos cardíacos gravados. O médico deste tal experimento é o Dr. Stephen Basley, que em 1938 revolveu colocar em prática e desvendar os mistérios sobre o coração.

Deering, tragou seu cigarro e sentou-se na cadeira deixando assim o Dr. Besley o “vigiasse” enquanto um guarda colocasse um capuz negro sobre sua cabeça e pregasse um alvo em seu peito em seguida o guarda prendeu eletrodos em seus pulsos.

O eletrocardiograma mostrou que, apesar da aparente calma, o coração de Deering batia muito acelerado com 120 batidas por minuto.

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Quando o xerife deu a ordem para que atirassem o coração de Deering subiu para 180 batidas por minuto.

Uma das quatro balas perfurou o lado direito de seu coração.

Por quatro segundos o órgão teve espasmos seguidos de diversos espasmos e então o ritmo caiu gradualmente até que, 15.4 segundos…. Parou.

No dia seguinte o Dr. Besley descreveu a experiência à imprensa: “Ele parecia calmo, mas o eletrocardiograma mostrou que sua aparente placidez escondia as verdadeiras emoções dentro dele. Ele estava morto de medo”.